A Justiça Eleitoral, em uma ação decisiva, suspendeu sete propagandas direcionadas contra Eduardo Botelho (União Brasil) em apenas um dia. O juiz Moacir Rogério Tortato foi o responsável pelas decisões, alegando que as peças publicitárias criadas pelos candidatos Abilio Brunini (PL) e Ludio Cabral (PT) continham informações falsas e fora de contexto. Assim, os ataques tinham como objetivo, segundo o magistrado, prejudicar a imagem de Botelho durante o período eleitoral.
Candidatos manipulam informações para atacar Botelho
Abilio Brunini e Ludio Cabral, ao utilizarem rádio, TV e redes sociais, concentraram seus ataques em Eduardo Botelho. Contudo, a Justiça concluiu que as mensagens transmitidas distorciam os fatos. As propagandas acusavam Botelho de envolvimento em desvios de dinheiro público e outras irregularidades. No entanto, após uma análise detalhada das provas apresentadas, as acusações foram desmentidas, invalidando assim as campanhas difamatórias.
Certidões comprovam a “ficha limpa” de Botelho
Para reforçar sua defesa, Eduardo Botelho apresentou certidões que confirmam que ele não possui nenhuma condenação. Dessa forma, ele conseguiu provar que as acusações de seus oponentes não tinham fundamento. Além disso, o juiz ressaltou que as propagandas tentaram induzir os eleitores a acreditarem que Botelho havia confessado crimes, algo que as evidências negaram. Assim, a Justiça entendeu que os ataques tinham como intuito confundir o eleitorado.
Fake news sobre o BRT também foi retirada
Entre as propagandas retiradas, uma delas associava Botelho ao projeto do BRT de maneira descontextualizada. O juiz Moacir Tortato esclareceu que as mensagens veiculadas continham informações manipuladas, sugerindo irregularidades no contrato de implementação do sistema de transporte. Com isso, a Justiça concluiu que essa propaganda se enquadrava na disseminação de fake news, o que justificou a remoção imediata.
Ao suspender as propagandas, a Justiça Eleitoral reafirmou seu compromisso em garantir a integridade do processo eleitoral. O juiz deixou claro que não permitirá um “vale-tudo pelo voto” nas campanhas. Dessa forma, a decisão visa assegurar que os eleitores recebam informações corretas, preservando a transparência e a equidade nas eleições.



