“Vai fazer campanha? então peça para sair”: Abilio Brunini impõe regra na Prefeitura de Cuiabá; veja vídeo

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), adotou uma postura firme ao estabelecer uma regra clara para servidores e gestores da administração municipal. Segundo ele, qualquer integrante da prefeitura que desejar atuar em campanhas eleitorais deverá deixar o cargo. A medida foi anunciada durante entrevista nesta segunda-feira (23) e vale para todos os níveis da […]

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), adotou uma postura firme ao estabelecer uma regra clara para servidores e gestores da administração municipal. Segundo ele, qualquer integrante da prefeitura que desejar atuar em campanhas eleitorais deverá deixar o cargo. A medida foi anunciada durante entrevista nesta segunda-feira (23) e vale para todos os níveis da gestão.

A decisão reforça uma tentativa de separar a atuação administrativa da disputa política. Abilio destacou que o foco da prefeitura neste momento é exclusivamente a gestão pública, sem interferência de interesses eleitorais dentro das secretarias.

Regra atinge do assessor ao primeiro escalão

A orientação não se limita a cargos específicos. O prefeito deixou claro que a medida se aplica a toda a estrutura administrativa, incluindo secretários, assessores e demais servidores.

Ele afirmou que já há casos de integrantes do primeiro escalão que devem deixar suas funções para participar de campanhas. A decisão busca evitar qualquer tipo de conflito entre a atuação institucional e interesses políticos.

Esse tipo de postura segue uma linha adotada por outras gestões que tentam preservar a neutralidade da máquina pública durante períodos eleitorais.

Separação entre gestão e política ganha destaque

Abilio Brunini enfatizou que não permitirá o uso da prefeitura para fins eleitorais. A fala reforça um princípio importante da administração pública: a separação entre governo e campanha.

A legislação eleitoral brasileira já estabelece limites para esse tipo de prática. O uso da estrutura pública para favorecer candidaturas pode gerar sanções e comprometer a legalidade do processo.

Ao antecipar essa orientação, o prefeito busca evitar problemas futuros e garantir que a gestão siga focada em serviços e entregas à população.

Impacto direto na equipe e nos bastidores

A medida deve provocar mudanças internas na prefeitura. Servidores que pretendem atuar em campanhas precisarão tomar uma decisão entre continuar na gestão ou ingressar no processo eleitoral.

Esse movimento pode gerar ajustes na composição das equipes, especialmente em áreas estratégicas. Ao mesmo tempo, abre espaço para novas nomeações e reorganização administrativa.

Nos bastidores, a decisão também pode influenciar articulações políticas, já que integrantes da gestão precisarão definir seus caminhos com antecedência.

Ano eleitoral exige atenção redobrada

Períodos eleitorais costumam intensificar a fiscalização sobre o uso da máquina pública. Por isso, medidas preventivas são comuns em diferentes esferas de governo.

A orientação de Abilio Brunini se insere nesse contexto. Ao estabelecer regras claras, a gestão tenta reduzir riscos e manter o foco administrativo.

O cenário indica que a prefeitura deve seguir atenta às normas eleitorais, enquanto o ambiente político se movimenta nos próximos meses.


Perguntas e respostas

O que Abilio Brunini determinou?

Que servidores que atuarem em campanhas devem deixar seus cargos.

A regra vale para quais cargos?

Para todos, incluindo assessores e secretários.

Qual o objetivo da medida?

Evitar uso da prefeitura para fins eleitorais e manter foco na gestão.

Fabíola Maria Costa Silva

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