Menino invade mercado, e derruba produtos da prateleira; veja vídeo

Vídeo

Nessa semana um vídeo impressionante viralizou nas redes sociais. Um menino destruindo os produtos de um mercado, derrubando as coisas que estavam nas prateleiras. O caso aconteceu em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

Imagens registradas por um cliente mostram o momento do surto; veja vídeo:

Funcionários não reagiram por medo de punição

Durante todo o episódio, nenhum funcionário ou segurança do estabelecimento tentou conter o jovem. De acordo com relatos, a orientação interna era de evitar qualquer contato físico com o menor, sob risco de responsabilização legal pelo Juizado da Infância e Juventude. O único cliente que tentou intervir acabou sendo agredido pelo garoto.

População critica trabalhadores

Funcionários foram deixados com a tarefa de limpar e reorganizar o mercado após o tumulto, enquanto o menino deixou o local sem restrições. A ausência de ação imediata reforçou críticas da população sobre a impunidade e a falta de estrutura para lidar com situações semelhantes.

Conselho Tutelar e Ministério Público já acompanham o caso

Nas redes sociais, moradores da cidade revelaram que o menino já protagonizou episódios semelhantes em outros estabelecimentos. “O menino já tem histórico de surtos como este, sempre seguidos de agressão quando contrariado”, relatou um internauta. Outro afirmou: “Esse é o mesmo menino que tava batendo na vendedora da loja”.

O Conselho Tutelar acompanha o caso e encaminhou a situação ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que deve apresentar uma solução. A comunidade cobra medidas urgentes que garantam tanto o cuidado com o menor quanto a segurança da população.

Perguntas frequentes:

O menino já causou outros episódios semelhantes?

Moradores da região comentaram que sim, mas não há confirmação oficial.

Por que os funcionários não fizeram nada?

Foram orientados a evitar contato físico para não serem responsabilizados judicialmente.

O Conselho Tutelar tomou alguma atitude?

Sim, encaminhou o caso ao Ministério Público do RJ para buscar uma solução adequada.

Malu Custódio

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